quarta-feira, 21 de setembro de 2011
SIBELE BINDEWALD TINEU: CURSOS DO MES DE OUTUBRO
SIBELE BINDEWALD TINEU: CURSOS DO MES DE OUTUBRO: 05 de outubro – Curso de Salgados (Com almoço no local) 9:00 as 16:00 Curso de Salgados para festas, fritos e assados. Aprenda a modelar co...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Sardinhas Marinadas
Ingredientes
- 500g de filés de sardinhas
- 1 cebola cortada em rodelas ao meio bem fininha
- 100ml de vinagre de vinho branco
- 3 folhas de louro
- 4 dentes de alho finamente picados
- 2 colheres de chá de sal
- 5 colheres de sopa de azeite – de uma ótima marca
- Pimenta vermelha a gosto
Modo de preparo
Lavar e secar bem os filés das sardinhas, cortá-los em tiras e colocá-los em uma travessa.
Misturar o vinagre, o louro, alho, sal e colocar sobre as sardinhas
Cobrir e levar à geladeira por 3 a 4 horas.
Retirar a mistura de vinagre, acrescentar o azeite, a pimenta, a cebola e misturar bem
Levar novamente à geladeira por mais 1hora.
Misturar o vinagre, o louro, alho, sal e colocar sobre as sardinhas
Cobrir e levar à geladeira por 3 a 4 horas.
Retirar a mistura de vinagre, acrescentar o azeite, a pimenta, a cebola e misturar bem
Levar novamente à geladeira por mais 1hora.
Pode ser servido no pão, na salada.
sábado, 30 de julho de 2011
Galinhoca
Programa exibido no dia 27/07/2011
http://www.redetvmais.com.br/culinariamais/receitas.asp?idreceita=1075
http://www.redetvmais.com.br/culinariamais/receitas.asp?idreceita=1075
Ingredientes:
1 kilo de frango picado
1 kilo de mandioca cozida
1 cenoura ralada
3 tomates picados (sem semente)
1 cebola picada
1 lata de extrato de tomate
2 tabletes de caldo de galinha (dissolver em 1 copo de água)
Sal e pimenta do reino a gosto
½ xícara de chá de azeite
Modo de Preparo:Em uma panela, coloque o azeite e a cebola
Refogue por alguns minutos
Acrescente o frango picado
Tempere com sal e pimenta a gosto
Frite até ficar bem dourado
Acrescente a cenoura, o tomate picado e o extrato de tomate
Coloque em parte da água que foi cozida, a mandioca ainda quente
Deixe encorpar por alguns minutos
Acrescente os pedaços de mandioca
Se necessário, acrescente mais água, tampe a panela e cozinhe por mais alguns minutos
Sirva com arroz branco
1 kilo de frango picado
1 kilo de mandioca cozida
1 cenoura ralada
3 tomates picados (sem semente)
1 cebola picada
1 lata de extrato de tomate
2 tabletes de caldo de galinha (dissolver em 1 copo de água)
Sal e pimenta do reino a gosto
½ xícara de chá de azeite
Modo de Preparo:Em uma panela, coloque o azeite e a cebola
Refogue por alguns minutos
Acrescente o frango picado
Tempere com sal e pimenta a gosto
Frite até ficar bem dourado
Acrescente a cenoura, o tomate picado e o extrato de tomate
Coloque em parte da água que foi cozida, a mandioca ainda quente
Deixe encorpar por alguns minutos
Acrescente os pedaços de mandioca
Se necessário, acrescente mais água, tampe a panela e cozinhe por mais alguns minutos
Sirva com arroz branco
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Sobá
Para você ter a receita do sobá click neste link.
http://tudogostoso.uol.com.br/receita/49223-soba-super-facil.html
Para começar explico logo de cara: sobá não é igual a yakisoba. Ambos vêm da culinária japonesa, têm macarrão, legumes e carne, mas são bem diferentes. O sobá tem como base um macarrão feito artesanalmente e um caldo especial que obriga o indivíduo a comer em uma cumbuca. O prato ainda leva omelete cortado em tirinhas, um bocado de cebolinha e carne de porco bem frita. Joga-se shoyo a gosto ou pedacinhos de gengibre. Esta é a receita que faz a cabeça da população de Campo Grande há décadas e que nos últimos anos virou uma verdadeira mania. Como é difícil de se fazer em casa, o campo-grandense tem que ir procurar o sobá na rua. Por isso, do centro aos bairros mais populares, sempre se encontra um bar, barraquinha, trailer, feira livre e até restaurante residencial vendendo a iguaria. “O sobá é a maior contribuição da colônia japonesa para Campo Grande. Virou um símbolo cultural”, afirma a jornalista Maristela Yule, diretora do documentário Arigatô, que relata a história da colônia japonesa no Estado.
Na verdade, o sobá é um prato de Okinawa, um departamento do Japão. Como a maioria dos japoneses que habitam Campo Grande é originária desta ilha-continente, o sobá veio naturalmente junto. Em 1914, quando a estrada de ferro finalmente ficou pronta e chegou a Campo Grande, muitos japoneses adquiriram lotes para plantar café e se estabeleceram na área rural. Mas o preço do café caiu e eles resolveram investir em hortas. Com isso, começaram a ter mais contato com as feiras livres. “Quem estava na cidade fazia o sobá para esperar os que vinham das granjas. Era tipo a marmita deles. Todos iam comer em uma barraquinha, que tinha uma cortininha impedindo que os outros vissem dentro. Era comer escondido mesmo. Até que um brasileiro abriu a cortininha, viu o que eles estavam comendo, perguntou o que era, experimentou e gostou. Em pouco tempo o sobá já estava conhecido em toda a cidade”, relata Maristela.
Mais do que conhecido, o sobá é um verdadeiro astro da culinária local. Na Feira Livre de Campo Grande, por exemplo, existem 20 restaurantes especializados. O local reúne facilmente duas mil pessoas consumindo vorazmente o prato vendido a R$ 9,00 (grande), R$ 8,00 (médio) e R$ 7,00 (pequeno). Na Barraca da Amélia, uma das mais tradicionais do local e que produz o prato desde 1990, vende-se uma média de 100 sobás por dia. Anísia Higa, irmã de Amélia, garante que não é fácil fazer o sobá e quem vê o prato sendo montado em menos de 30 segundos não imagina o grande preparo que é preciso para dar conta do público esfomeado e aficcionado na iguaria. “Não é qualquer um que faz. O caldo tem um segredinho que só a Amélia sabe e trazemos muita coisa já pronta, como o omelete e as carnes”, explica Anísia, uma típica okinawana campo-grandense.
Na verdade, o sobá é um prato de Okinawa, um departamento do Japão. Como a maioria dos japoneses que habitam Campo Grande é originária desta ilha-continente, o sobá veio naturalmente junto. Em 1914, quando a estrada de ferro finalmente ficou pronta e chegou a Campo Grande, muitos japoneses adquiriram lotes para plantar café e se estabeleceram na área rural. Mas o preço do café caiu e eles resolveram investir em hortas. Com isso, começaram a ter mais contato com as feiras livres. “Quem estava na cidade fazia o sobá para esperar os que vinham das granjas. Era tipo a marmita deles. Todos iam comer em uma barraquinha, que tinha uma cortininha impedindo que os outros vissem dentro. Era comer escondido mesmo. Até que um brasileiro abriu a cortininha, viu o que eles estavam comendo, perguntou o que era, experimentou e gostou. Em pouco tempo o sobá já estava conhecido em toda a cidade”, relata Maristela.
Mais do que conhecido, o sobá é um verdadeiro astro da culinária local. Na Feira Livre de Campo Grande, por exemplo, existem 20 restaurantes especializados. O local reúne facilmente duas mil pessoas consumindo vorazmente o prato vendido a R$ 9,00 (grande), R$ 8,00 (médio) e R$ 7,00 (pequeno). Na Barraca da Amélia, uma das mais tradicionais do local e que produz o prato desde 1990, vende-se uma média de 100 sobás por dia. Anísia Higa, irmã de Amélia, garante que não é fácil fazer o sobá e quem vê o prato sendo montado em menos de 30 segundos não imagina o grande preparo que é preciso para dar conta do público esfomeado e aficcionado na iguaria. “Não é qualquer um que faz. O caldo tem um segredinho que só a Amélia sabe e trazemos muita coisa já pronta, como o omelete e as carnes”, explica Anísia, uma típica okinawana campo-grandense.
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